Publicado em 13 de dezembro de 2019 às 08:54

Em reunião com o vereador Denilson Pichitelli e representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de Araçatuba (Sisema), o Prefeito Dilador Borges anunciou que haverá aumento dos salários dos servidores municipais em 3,25% de ganho real, a ser pago já ao final do mês de dezembro de 2019.

O secretário municipal da Fazenda da Prefeitura de Araçatuba, João Valero Santos Esgalha, explica que o aumento aplicado em dezembro será parcial, calculado a partir do dia 20 até 31 de dezembro, portanto proporcional sobre os últimos 12 dias do mês. “Este aumento é de ganho real e não tem a ver com reajuste sobre inflação, que acontece sempre no mês de maio de cada ano”, acrescenta Esgalha.

Dilador lembra que, desde o início de seu mandato, os vencimentos dos servidores são pagos “sempre dentro do mês”, razão pela qual o aumento já será aplicado neste ano. Ele ainda destaca que este já é o segundo aumento de ganho real, independente do reajuste inflacionário. “Antes desse, já fizemos outro aumento de ganho real em 2018, de 2,16% acima da inflação de 2,94% de 2017, totalizando 5,1%. O reajuste sobre a inflação deste ano será feito só em maio de 2020, já sobre este valor aumentado em 2019”, .

Outra informação que certamente agrada ao servidor público municipal de Araçatuba é que a segunda parcela do 13º já será depositada nesta sexta-feira 13, em vez da data limite legal, que seria 20 de dezembro. “Esta sexta-feira 13 está mais para uma sexta-feira de sorte! Nossa administração preza pelo uso responsável do dinheiro público e assim pode valorizar o merecimento de nossos servidores”, enfatiza o prefeito.

Em 2018, além do aumento de 5,1% (2,94% da inflação + 2,16% de ganho real), houve correção de valores do vale alimentação (11,11%), aumentando de R$270 para R$300. Em 2019, o vale foi aumentado para R$340.

Ainda em 2018, a administração municipal corrigiu os salários dos secretários municipais, chefe de gabinete e procurador geral, ao percentual de 9,22%, baseada na soma das inflações de 2016 (6,28%) e de 2017 (2,94%), apurados pelos mesmos índices de governo, que não haviam sido corrigidas até então.