INFORMAÇÕES OFICIAIS
Este é o site oficial da Prefeitura de Araçatuba sobre a Covid-19. Aqui você encontra informações importantes sobre a doença e acompanha as ações de prevenção e combate em nosso município.

17/09/2021
Araçatuba não registra óbito por Covid-19 pelo terceiro dia consecutivo
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17/09/2021
Araçatuba manterá imunização de adolescentes de 12 a 17 anos
Em nota técnica, Ministério da Saúde recomenda a vacinação apenas para pessoas desse grupo que tenham deficiência permanente, comorbidades ou que estejam privados de liberdade
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15/09/2021
Araçatuba tem 21 moradores internados em leitos covid
São oito moradores na cidade em leitos de UTI, dos quais, cinco são mantidos em ventilação mecânica
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14/09/2021
Exames confirmam apenas 13 casos de covid-19 em Araçatuba
Não foram registradas mortes entre moradores na cidade nas últimas 24 horas; 22 pacientes seguem internados
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13/09/2021
Araçatuba inicia vacinação da 3ª dose da vacina contra Covid-19
Secretaria de Saúde está vacinando pessoas de 85 anos ou mais
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10/09/2021
Homem de 57 anos morre com covid-19 em Araçatuba
Semana termina com 5 óbitos e a cidade contabiliza 865 vítimas desde o início da pandemia; não há mortes suspeitas
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09/09/2021
Araçatuba tem 11 pacientes na UTI com sintomas de covid-19
Não houve mortes na cidade nas últimas 24 horas e o total de internados soma 27; não há óbitos em investigação
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09/09/2021
A partir de hoje, pontos de vacinação são alterados
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BOLETIM COVID-19 – Araçatuba
180
SUSPEITOS
53.642
NEGATIVOS
28.901
POSITIVOS
17
INTERNADOS
00
ÓBITOS
SUSPEITOS
866
ÓBITOS CONFIRMADOS
27.798
RECUPERADOS
PREVENÇÃO
A Covid-19 é uma doença que pode ser fatal, causada pelo coronavírus.
A maneira mais efetiva de proteção é evitar o contágio pelo vírus.
Lave as mãos com água e sabão várias vezes ao dia, principalmente quando chegar em casa, vindo da rua e depois de tocar em dinheiro ou em superfícies como maçanetas, corrimões etc. Nas quais várias pessoas encostaram.
O álcool em gel 70% também é um ótimo higienizador para quando você não puder lavar as mãos imediatamente.
Use máscara. Sempre que sair de casa. No caso de conviver com alguém infectado ou estar infectado use máscara o tempo todo. A máscara deve ser trocada a cada duas horas ou quando estiver úmida.
Distanciamento social é uma forma de evitar contaminação. Mantenha, no mínimo, um metro e meio de distância entre você e as pessoas em geral. Em casa ou na rua,
Fique em sua casa o máximo que puder. Saia apenas para fazer as atividades essenciais.
Mantenha a limpeza e higienização do ambiente, em sua casa e no trabalho, com as janelas sempre abertas para que o ar circule.
Não toque nos olhos, no nariz ou na boca. Se tossir ou espirrar, cubra seu nariz e boca com o braço dobrado ou um lenço.
Fique em casa se você se sentir indisposto. Procure atendimento médico se tiver febre, tosse e dificuldade para respirar.
SERVIÇOS DE SAÚDE
Perguntas e Respostas

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. Os primeiros foram identificados em meados da década de 1960, na China. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 em Wuhan, também na China. 

Geralmente, as infecções causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum.

 O Ministério da Saúde confirmou, no dia 26 de fevereiro de 2020, o primeiro caso de coronavírus no Brasil registrado em São Paulo. O homem de 61 anos deu entrada no Hospital Albert Einstein, com histórico de viagem para Itália, região da Lombardia.

Os sinais e sintomas do coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. No entanto, o coronavírus (SARS-CoV-2) ainda precisa de mais estudos e investigações para caracterizar melhor os sinais e sintomas da doença.

Os principais são sintomas conhecidos até o momento são:

- febre

- tosse

- dificuldade para respirar

  

Outros sintomas que são menos comuns e podem afetar alguns pacientes incluem:

- perda de paladar ou cheiro

- congestão nasal

- conjuntivite (também conhecida como olhos vermelhos)

- dor de garganta

- dor de cabeça

- dores musculares ou articulares

- diferentes tipos de erupções cutâneas

- náusea ou vômito

- diarreia

- calafrios ou tonturas

- perda de apetite

- confusão

- dor persistente ou pressão no peito

- alta temperatura (acima de 38° C)

 

Outros sintomas menos comuns são:

- irritabilidade

- consciência reduzida (às vezes associada a convulsões)

- ansiedade

- depressão

- distúrbios do sono

- complicações neurológicas mais graves e raras, como acidentes vasculares cerebrais e inflamação do cérebro

As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo.

Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.

É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma contínua.

Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o coronavírus se espalha de pessoa para pessoa. Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

- gotículas de saliva

- espirro

- tosse

- catarro

- contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão 

- contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos

O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). É necessária a coleta de duas amostras na suspeita do coronavírus.

Para confirmar a doença, é necessário realizar exames de biologia molecular que detectam o RNA viral. O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de amostra, que está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito.

Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe (ANF) ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal e lavado bronca alveolar).

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:

- Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, use um desinfetante para as mãos à base de álcool.

- Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.

- Evitar contato próximo com pessoas doentes.

- Ficar em casa quando estiver doente.

- Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo.

- Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência. 

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção). Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias, como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deve ser utilizada máscara N95.

Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do coronavírus, é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:

- Uso de medicamentos para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).

- Uso de umidificador no quarto e tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garganta e tosse.

Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento.

Todos os pacientes que receberem alta durante os primeiros 7 dias do início do quadro (qualquer sintoma independente de febre) devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispneia (falta de ar).

Os antibióticos não funcionam contra os vírus; eles só funcionam em infecções bacterianas. A covid-19 é causada por um vírus, portanto, os antibióticos não funcionam e não devem ser usados​​como meio de prevenção ou tratamento da doença. 

Em hospitais, os médicos, às vezes, usam antibióticos para prevenir ou tratar infecções bacterianas secundárias que podem ser uma complicação da covid-19 em pacientes gravemente enfermos. Eles só devem ser usados ​​conforme orientação de um médico para tratar uma infecção bacteriana.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está trabalhando incansavelmente com parceiros para desenvolver, fabricar e distribuir vacinas seguras e eficazes.

Vacinas seguras e eficazes são uma ferramenta de mudança de jogo. Mas, no futuro previsível, devemos continuar usando máscaras, limpando as mãos, garantindo uma boa ventilação dentro de casa, distanciando fisicamente e evitando multidões.

Estão sendo aplicadas no Brasil as seguintes vacinas: AstraZeneca, dos fabricantes Oxford (Inglaterra) e Fiocruz (Brasil); CoronaVac, da fabricante Sinovac, da China, em parceria com o Instituto Butantan, no Brasil; Pfizer (EUA) e Janssen (EUA). A OMS também aprovou o uso emergencial da vacina Moderna (EUA) e, em partes, a Sputnik V, da Rússia.

Ser vacinado não significa que podemos jogar a cautela ao vento e colocar a nós mesmos e outras pessoas em risco, especialmente porque a pesquisa ainda está em andamento sobre o quanto as vacinas protegem não apenas contra doenças, mas também contra infecções e transmissão.

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