Publicado em 23 de março de 2020 às 09:39

No sábado (21), o governador de São Paulo, João Doria, decretou novas medidas para conter o avanço do novo coronavírus no Estado.

Entre as medidas adotadas pelo governador está a quarentena em todo o Estado de São Paulo e determina o fechamento de todo o comércio e serviços não essenciais à população. A medida começa a valer na terça-feira (24) e vai durar até 7 de abril.

 

Poderão continuar funcionando:

Hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas, transporte público, transportadoras e armazéns, empresas de telemarketing, empresas de limpeza e manutenção, táxis e aplicativos de transporte, petshops, hipermercados, supermercados, mercados e padarias, bancas de jornais e postos de combustível.

Os serviços de Segurança Pública, tanto estadual, quanto municipais, continuam funcionando normalmente. Os bancos e lotéricas também continuam abertos. As indústrias devem continuam operando, já que não têm atendimento ao público em geral.

 

Terão de suspender os serviços:

Bares, restaurantes, cafés, casas noturnas, shoppings e galerias, academias e centros de ginástica, espaços para festas, casamentos, shows e eventos e escolas públicas ou privadas.Bares, cafés e restaurantes devem manter o funcionamento em sistema de delivery e/ou drive-thru, não permitindo que os clientes façam suas refeições no estabelecimento.

 

Araçatuba segue normas do Estado e da União

O prefeito Dilador Borges comunicou que, desde o início, segue todas as normas técnicas estabelecidas pelo Ministério da Saúde e Governo do Estado de São Paulo e que já estão sendo cumpridas todas as medidas impostas no decreto publicado pelo governador João Doria.

O prefeito já havia antecipado medidas mais firmes com os donos de restaurantes, bares e similares, colocando fiscais de postura e guarda municipal para notificar os proprietários que não cumprirem o decreto anunciado por ele nesta sexta-feira (20).  Serão três dias de fiscalização intensa até que passe a valer o decreto do governador João Dória, no qual recomenda que esses estabelecimentos de alimentação sejam transformados em delivery.