Publicado em 27 de julho de 2021 às 16:09

A Prefeitura de Araçatuba ampliou o horário de funcionamento do albergue para abrigar pessoas em situação de rua, principalmente devido ao frio intenso.
Coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), o albergue está localizado na rua Junqueira Freire, 337 e funciona das 20h às 7h, todos os dias da semana. No entanto, nesta semana devido ao frio intenso estará aberto 24h.

Os serviços disponibilizados no albergue são: espaço para banho, alimentação (café da manhã e almoço) e pernoite. No Centro Pop, entre as atividades diárias realizadas está a lavagem de roupas e banho.

As pessoas que dormem no albergue passam o dia no Centro Pop, onde ocorre as ações técnicas e atendimentos a esse público.

KITS DE PROTEÇÃO CONTRA O INVERNO
O último censo, de outubro de 2020, aponta que Araçatuba tem 101 moradores de rua. Neste período de inverno, o Centro Pop ofertou 106 kits compostos por moletom (calça e blusa), touca, luva, meias, cobertor e saco para dormir, que foram entregues tanto na sede do programa quando através de busca ativa através do serviço de Abordagem Social nas ruas.

A equipe de abordagem social tem intensificado as ações para informar e orientar sobre o frio intenso e ao mesmo tempo convidando aqueles que não frequentam (por opção) o albergue para que possam pernoitar nesse período.

GINÁSIO DE ESPORTES
De acordo com o diretor do Departamento de Proteção Social Especial, Edson Terra, não há necessidade de abertura do ginásio de esportes Dr. Plácido Rocha para abrigar a população de rua, com base em questionamentos feitos à pasta recentemente. “Não vemos a necessidade, visto que o albergue não tem atingido a lotação máxima, porém caso haja a necessidade temos colchões e estrutura para ampliar no próprio albergue”.

O albergue disponibiliza 30 vagas, que dificilmente alcançam sua lotação máxima. “Cabe ressaltar que devido ao direito de ir e vir e de o espaço disponibilizado ter regras como o de horários para adentrar e da condição de não usar entorpecentes no local, muitos decidem por não adentrar, o que em muitas ocasiões gera a percepção por parte da sociedade de que não há vagas”, finaliza Edson.