Publicado em 09 de agosto de 2021 às 15:59

A Prefeitura de Araçatuba participa da Semana Estadual de Prevenção e Controle da Leishmaniose Visceral, de realização da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) – Serviço Regional Araçatuba.

A ação ocorre de 9 a 14 de agosto, conforme previsto na Lei nº 12.604/2012, que trata da “Semana Nacional de Controle e Combate à Leishmaniose”, com o objetivo de formar uma comunicação em rede para promover conhecimentos sobre a doença e alertar sobre a transmissão e riscos para seres humanos e animais.

Durante a semana, há uma programação específica para profissionais de saúde, contendo palestras online para abordagem aprofundada sobre o tema.

Devido a pandemia da covid-19, não serão realizados eventos. No entanto, a população poderá levar seu animal ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) para coleta de material e exame e possível detecção da doença, bem como receber informações de prevenção e combate. O CCZ funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h.

No dia 11 de agosto, às 14h, haverá uma videoconferência em forma de bate-papo sobre as ações de vigilância e controle da Leishmaniose Visceral – Experiências Municipais, de realização do Ministério da Saúde. Este evento será exibido online pelo site http://mediacenter.aids.gov.br/.

A DOENÇA
A Leishmaniose Visceral é uma doença grave causada por um parasito e transmitida pela picada de um inseto chamado flebotomíneo contaminado, que pode atingir humanos e animais.

Dentre os sinais e sintomas nos humanos, estão febre prolongada, anemia, emagrecimento, fraqueza e cansaço, aumento do baço e fígado, diarreia e inflamação dos gânglios linfáticos. Nos cães, são sintomas comuns emagrecimento, perda de apetite, diarréia e vômito, feridas no focinho, orelhas e na pele, queda de pêlos, crescimento das unhas e sangramentos intestinais.

A SUCEN destaca que há cuidados para evitar a transmissão da leishmaniose visceral. Manter casa e quintal sempre limpos, recolher restos de folhas e frutos apodrecidos, evite instalar abrigos de animais ou aves perto das casas, não deixar os animais soltos na rua e cuidar da saúde pessoal, bem como o uso de repelente no corpo conforme orientação médica são algumas formas de prevenção.